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Está em suas mãos a primeira edição de uma nova etapa
lançada pela Extreme Records e a iniciante Extrema Produções,
onde ambas visam dar entreterimento (ou confrontar) leitores
através dos quadrinhos. É importante dizer que origem
deste trabalho está fundamentada numa revolta que por
muito tempo borbulhava e borbulhava, até que explodiu
e resolvemos sem demora colocar esta publicação pra ser
impressa e divulgada. Estamos cansados (e inconformados)
de olhar para uma socidade que enxerga vários problemas
como corrupção, problemas na educação, saúde, violência,
abusos, roubos, e ao mesmo tempo não vê (ou faz “vista
grossa”) para o maior de todos os problemas da humanidade:
a questão individual. Estamos cansados de gritar, ou tentar
dizer que o maior patrimônio da socidade é a família.
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E
que respeitando a família através dos princípios de vida e moral,
vamos gerar novos e novos indivíduos fortes e que acreditam cada
vez mais em família. Mas infelizmente, tanto a boa parte da socidade
como a mídia, está destruindo de maneira indireta (e muitas vezes
direta) as famílias através de vários problemas de origem imoral.
Estamos cansados de presenciar uma socidade que ao mesmo tempo
que luta contra a pedofilia, exploração sexual intantil e outros
problemas relacionados, também faz vista-grossa para os pontos
de origem que estamos cansados de ver, mas ninguém (ou a maioria)
não enxerga. Para tentar fazer algo, existe algumas armas. Entre
o protesto e o repúdio, orações e opniões, também existe o humor.
O humor não serve apenas para trazer entreterimento, mas também
pode ser uma grande arma para o bem ou para o mal. O humor pode
dizer mais que duas ou três coisas em uma só piada. Pode trazer
reflexão e levantar pessoas para uma vida digna, ou mesmo acabar
de empurrar o indivíduo para a cova da imoralidade e perversão.
Por muitos anos, humoristas tem expressado uma forma de alegria
e entreterimento de várias maneiras: no teatro, na tv, em rádios,
colunas no jornal, histórias em palestras do tipo e principalmente
nos quadrinhos. O que nunca mudou (em sua grande parte) foi a
sacanagem que faziam com as pessoas de bem ou com caráter, banalizando
assim, a origem do indivíduo social: a família. Nas histórias,
personagens sérios e de família, precisavam ser ridicularizados
para produzir um fato cômico; um humor muitas vezes anarquista,
cínico, corrosivo e transgressor. E isto de uma forma indireta,
e junto a outros fatores, contribuiu para a banalização dos importantes
princípios de vida e moral, fortaleceu o adultério e abusos que
até então passou a ser “aceitáveis” na opnião doente de uma sociedade
confusa e cheia de problemas. E assim, nossos filhos e filhas
vão sendo consumidas por essa onda que pouquíssimos sabem, mas
tem medo de dizer ou falar... Através deste humor corrosivo e
transgressor (junto a outros fatores), massas camponesas bem como
filhos da nobresa tem sido projetados para uma dimensão de vida
vista como sacanagem, orgias, adultérios e fornicações intermináveis...
Resultado? A vinda de uma nova geração que nasceu de aventuras
sexuais ou estupros... Uma geração que não vê nos pais, exemplo
de união e amor, mas de brigas, traições e chifres a torto direito.
Uma geração que cresce sem a presença de um pai, ou uma mãe (ou
nenhum)... Uma geração que cada vez menos acredita em família,
casamento ou no sexo feito de forma abundante entre duas pessoas
casadas... A revista Subúrbio Underground aparece com uma proposta
diferente e inédita: através dos quadrinhos e do humor, colocar
no ridículo as atitudes de pessoas que idolatram a falta de caráter,
sacanagem e a ausência de honra. Criar situações e circustâncias
que simultâneamente além de divertir, trazer reflexão... O sexo,
que é a fonte de inspiração dos humoristas, deveria ser visto
com alegria e satisfação entre duas pessoas. Mas virou sinônimo
de estupro ou violência sexual, molestação, pedofilia, perversão,
fonte de renda para uma mídia imoral etc. O que era para ser encarado
como segurança de incontaminação venérea, se tornou sinônimo de
problemas graves como gravidez indesejada, egoísmo, HIV, desrespeito
com pessoas de família que são atraídas por machos (e não homens).
Sabemos que a origem disto está na falha da natureza e caráter
humano. Mas é inaceitável ver um sistema, ou uma mídia, que quando
poderia oferecer algum tipo de ajuda (ou ao menos não atrapalhar),
empurra o doente pra dentro da “cova”. O conceito de liberdade
sexual atirada contra os adultos, e agora contra adolescentes,
é a semente para um grande problema no futuro. É claro, a falta
de moral não será o único ponto ou alvo a ser atacado, mas também
a arrogância, ganância e maldade, corrupção que facilmente seduz
o ser humano. IMPORTANTE: A idéia central da revista Subúrbio
Underground, não é ridicularizar pessoas que tem problemas com
caráter ou falta de moral, mas sim produzir um sentimento de constrangimento
para que o indivíduo venha gerar uma consciência moral em uma
sociedade que está perdida no meio de tantos absurdos e aberrações.
Portanto, não irá entender se não quiser... Seguindo a proposta,
esta edição inicial trás Subúrbio e sua origem, Moral Imoral,
BananaSplit, Reflexões no Esgoto, Under Silver na busca de personalidade,
Tiras, matérias entre outros. Como se trata do primeiro número,
a seção cartas que será chamada de “Tribunal da Inquisição”, aparecerá
na próxima edição. Divirta-se (se puder)!
O
Editor
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